sexta-feira, 19 de novembro de 2010

AS TICS NAS ESCOLAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
ENSINO FUNDAMENTAL /SÉRIES INICIAIS
PROFESSORA: MARISTELA MIDLEJ
CURSISTA: JOSÉ NILDO SANTANA

Na contemporaneidade, as escolas tem ampliados os equipamentos tecnológicos, com o objetivo de melhorar o trabalho do professor e oportunizar ao aluno aula dinâmicas e atrativas. Então, além de giz, lousa e dos livros didáticos, os professores já possuem equipamentos tecnológicos, para o uso pedagógico em seu cotidiano.

As escolas tem se equipado com: TV, aparelhos de DVD, retroprojetor, computador, entre outros equipamentos tecnológicos, no entanto, o professor passa a ter uma variedade de recursos que irão ajudar a desenvolver o trabalho pedagógico. Porém, a maioria não faz uso desses recursos, por não saberem usá-los, os que já possuem um certo do minio, as vezes, não conseguem, inovar suas aulas elaborando atividades pedagogias, outros utilizam a internet, mas não consegue utilizar a mesma como recurso educativo.

Em nossa escola, uma boa parte dos alunos estão chegando com um bom conhecimento sobre o uso de muitos equipamentos tecnológicos, e se deparam co professores que ainda não possuem nenhum domínio, e os mesmos, são pressionados pelos próprios alunos que estão bem mais informados que os mestres.

Diante dessa situação, os professores precisam correr atrás do prejuízo, devem deixar de lado o medo, buscar se informar e estar sempre atualizado com a tecnologia. Os educadores tem um papel importante nesse3 processo de inovação tecnologia nas escolas, porém, mesmo não tendo conhecimento de tudo, precisam saber mediar e valorizar os conhecimentos pedagógicos de seus alunos.

Os educadores precisam esta abertos para aprender com seus alunos, e em algumas situações, precisarão deixar de ser ''o dono do saber'' e trocar de papel com o aluno. Através da socialização de conhecimentos, o professor poderá criar estratégias para inovar o seu fazer pedagógico utilizando a tecnologia da informação e comunicação.

RELATO DO PROJETO TIC.

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
ENSINO FUNDAMENTAL /SÉRIES INICIAIS
PROFESSORA: MARISTELA MIDLEJ
CURSISTA: JOSÉ NILDO SANTANA

O nosso trabalho foi baseado em um projeto de leitura, denominado Odisséia na Escola, foi desenvolvido com alunos do 1º e 5º ano do ensino fundamental I. O objetivo foi aproximar os alunos da vivencia com os livros, despertando neles o hábito de leitura, mostrar que os clássicos da literatura universal podem ser tão divertidos como os heróis da televisão e do cinema, possibilitando a inserção social e digital. E assim, contribuindo para a formação de leitores ativos, que interagem com as novas tecnologias, com o texto e consigam dialogar, vislumbrar o mundo grego e se identificar com as personagens.
O meu trabalho foi realizado com a turma do 5º ano, eles participaram de roda de leitura onde tinha como publico alvo os alunos do 1º ano, as crianças gostaram muito de participar das atividades utilizando o computador.
Nesse trabalho, eu tive como parceiras as cursistas, Gicelia Nunes, Eriande Alves, Mariluce e Nubianei Oliveira. Dentre as colegas a que tive um contato mais ativo nesse trabalho foi a cursista Eriande Alves, que participou no trabalho com os alunos no infocentro.
Os alunos gostaram muito das atividades no infocentro, eles procuraram imagens na internet sobre, realizaram pesquisas sobre a Grecia antiga, a guerra de Troia, sobre os deuses e mitos que fizeram partes das aventuras de Ulisses. Eles puderam escolher uma das imagens e produziram textos falando sobre as imagens.
Essa atividade foi excelente, os alunos demostraram grande alegria e desempenho no momento da digitação, no final eles puderam expor os trabalhos no mural da escola.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Educação e Cibercultura

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sábado, 5 de junho de 2010

REFLEXÕES SOBRE EDUCAÇÃO E CIBERCULTURA

A atividade de tecnologia nesse ciclo quatro foi ministrada pela professora Maristela Midlej, que trabalhou com o conteúdo Educação e cibercultura,através dos estudo no decorrer da atividade discutimos sobre vários temas como: Interatividade, hipertexto, blogues, mapas conceituais entre outros. A professora fez uso de varias estrategias onde envolveu dinâmicas que nos envolvia nos trabalhos e discussões presenciais e a distância através dos fóruns no moodle.
Com essa atividade a professora nos fez perceber a importância da interatividade, na sociedade seja ela digital ou não, que é através da troca de experiencias que vamos ampliando os nossos conhecimentos, pois aprendemos com a colaboração, a troca de ideias. Na contemporaneidade o computador passou a ser um instrumento indispensável, na busca do conhecimento e é através da interação na produção coletiva que nossas pesquisas feitas nesse instrumento vai nos proporcionar o conhecimento desejado.
O curso em que estamos inseridos, nos proporciona um aprendizado de forma colaborativa, fazendo o uso da tecnologia digital podemos interagir nossos conhecimentos através dos ambientes que nos são propostos como:A listas de discussão, os fóruns, os blogues entre outros. Midlej afirma que:

A colaboração e conseqüentemente produção colaborativa se dão por meio da interação de professor, alunos, conhecimentos adquiridos, conhecimentos compartilhados por meio do uso das ferramentas disponíveis no AVA. Desenvolve-se um processo de co-autoria, seguindo a dialógica da comunicação bidirecional, na qual professor e alunos lado a lado disponibilizam conhecimentos que são (re)construídos a cada intervenção.(MIDLEJ, 2006)

Assim compreendemos que a produção colaborativa favorece a interatividade, pois há uma comunicação entre o emissor e o receptor, onde ambos se tornam seres ativo a partir da troca de conhecimento.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

PROJETO PARAÍSO DIGITAL


O analfabetismo digital a que estão submetidos atualmente as famílias brasileiras, especificamente as de bairros periféricos, como é o caso do bairro Paraíso, em Irecê-Ba, tem sido um dos principais fatores para a exclusão social. Nesse sentido, a exclusão digital se apresenta como um dos mais desafiadores e discutíveis problemas nas periferias de Irecê.
Quer saber mais? Click no link abaixo:


http://gicelia.blogspot.com/2009/11/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

ALFABETIZAÇÃO II

Para alfabetizar nossos alunos precisamos garantir a nossos alunos excelentes atividades de leituras, que elas sejam planejadas, possibilitando que as crianças façam uso das estratégias de leituras.
Acesse o link abaixo e conheça um pouco mais sobre as estratégias de leitura utilizada pelas crianças no processo de alfabetização.

http://eriandealves.blogspot.com/2009/11/alfabetizacao-ii_04.html

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

EXCLUSÃO DIGITAL: UM PROBLEMA TECNOLÓGICO OU SOCIAL?


Após ler e discutir com os colegas o texto " Exclusão digital: Um problema tecnológico ou social? ", cheguei a conclusão que ele é um problema tanto tecnológico quanto social, pois a classe menos favorecida é quem fica fora da inclusão digital,por não ter condicões de comprar as máquinas,já a classe mais favorecida, ou seja o rico é quem está fazendo parte da inclusão digital.
A inclusão digital em nosso país, está sendo um dos maiores desafios deste inicio mde século, por tanto o desenvolvimento tecnológico vem crescendo a cada dia e a desigualdade entre pobres e ricos entra na era digital.A falta de incentivo dos governantes em nosso país tem contribuido para o crescimento dessa exclusão digital, mas não é só no Brasil que existem passoas excluidas digitalmente, até mesmo nos Estados Unidos existem a exclusão digital, pois só 51% da população possuem computadores.
Tentam avançar nesse processo de inclusão digital desenvolvendo alguns projetos, mas os projetos que de fato vão garantir essa inclusão, não tem saido dos papéis e os que já saíram estão andando a passos lentos. Para que se alcance a tão sanhada e discutida inclusão digital, é preciso que as lideranças políticas se unam e tenham um mesmo objetivo que é garantir a todos o direito de sa incluidos digitalmente.
E você o que acha?

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

INCLUSÃO DIGITAL

Como promover a imersão na cultura digital
se os alunos não têm a liberdade de explorar a
multiplicidade de linguagem e ambientes online?
(BONILLA)

A inclusão digital é fundamental na vida dos seres humanos,pois a evolução tecnológica é grande e todos os sujeitos precisam está incluidos nessa evolução. Sabemos que a escola é a porta que dá acesso ao conhecimento, e para atingir esse objetivo, o governo federal tem adotado vários projetos, pensado em promover a inclusão digital, dando oportunidade principalmente aos menos favorecidos, permitindo o acesso à tecnologia digital. Acredito que são programas importantes e fundamentais para escolas e comunidades.
Percebe-se que os projetos apresentam programas que são utilizados de forma limitada, com a proposta de promover a inclusão digital. Penso que no primeiro momento os alunos ficarão entusiasmados em poder manusear os computadores, no entanto, quando descobrirem que não podem navegar livremente na Internet, vão se decepcionar e perder o entusiasmo de frequentar esses locais, preferindo as lan house, mesmo tendo que pagar pelo pouco tempo de acesso. Isso significa que com a limitação do uso não garante a inclusão digital.

terça-feira, 14 de julho de 2009

A ARTE DE SER FELIZ

Acorde todas as manhã com um sorriso.
Esta é mais uma oportunidade que você tem para ser feliz.
Seja seu próprio motor de ignição. O dia de hoje jamais voltará.
Não o desperdice, pois você nasceu para ser feliz!
Enumere as boas coisas que você tem na vida.
Ao tomar consciência do seu valor,
você será capaz de ir em frente com muita força, coragem e confiança!
Trace objetivos para cada dia.
Você conquistará seu arco-íris, um dia de cada vez.
Seja paciente.
Não se queixe do seu trabalho, do tédio, da rotina,
pois é o seu trabalho que o mantém alerta,
em constante desenvolvimento pessoal e profissional,
além disso o ajuda a manter a dignidade.
Acredite, seu valor está em você mesmo.
Não se deixe vencer, não seja igual, seja diferente.
Se nos deixarmos vencer, não haverá surpresas, nem alegrias.
Conscientize-se que a verdadeira felicidade está dentro de você.
A felicidade não é ter ou alcançar, mas sim dar.
Estenda sua mão. Compartilhe. Sorria. Abrace.
A felicidade é um perfume que você não pode passar nos outros
sem que o cheiro fique um pouco em suas mãos.
O importante de você ter uma atitude positiva diante da vida,
ter o desejo de mostrar o que tem de melhor,
é que isso produz maravilhosos efeitos colaterais.
Não só cria um espaço feliz para o que estão ao seu redor,
como também encoraja outras pessoas a serem mais positivas.
O tempo para ser feliz é agora.
O lugar para ser feliz é aqui!

Texto autorizado pelo site "A Jornada"
www.ajornada.hpg.ig.com.br

sexta-feira, 26 de junho de 2009

RELATÓRIO DE PESQUISA DE CAMPO EM SOFTWARE LIVRE



UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA LICENCIATURA EM PEDAGOGIA-SÉRIES/INICIAIS
PROJETO IRECÊ CICLO DOIS 2009.2
RELATÓRIO DA PESQUISA DE SOFTWARE LIVRE
PROFESSORA: MARIA HELENA BONILLA
ORIENTAÇÃO: SOLANGE MACIEL E MARGARETH DOURADO
CURSISTAS: DULCENALVA ARAUJO NOVAES ALECRIM, JOSÉ NILDO NUNES SANTANA E NUBIANEI OLIVEIRA DA SILVA SOUZA



O Software Livre surge, então, da necessidade de abandonarmos o velho papel de meros usuários da tecnologia e passarmos a desenvolvê-la e usá-la para o bem de todos. O Brasil, particularmente, precisa acabar com sua dependência tecnológica e passar a desenvolver softwares, ao invés de continuar refém dos preços abusivos impostos pelas grandes corporações e seus mercados. ( Cartilha de software livre, 2005)


INTRODUÇÃO

No processo de apropriação das novas tecnologias, no qual a sociedade está inserida, não se pode negar que há uma proposta de construção de conhecimento em rede. As novas tecnologias de comunicação e da informação são meios que conduzem a uma melhor qualidade de vida, garantindo liberdade social e conhecimento coletivo, que possibilitam a formação de cidadãos produtores de conhecimento e não somente consumidores de idéias e programas.
O governo federal tem se mostrado comprometido com o desenvolvimento nacional, investindo na tecnologia da informação com o objetivo de gerar emprego e renda para a sociedade, reduzindo assim a exclusão social. O prefeito municipal de Irecê em parceria com os governos estadual e federal implantou em Irecê a politica do software livre, incentivando a população à inserção das novas tecnologias e a construção do conhecimento digital, possibilitando o acesso de pessoas de baixa renda, diminuindo assim as diferenças sociais.
Apesar de os governos estarem engajados com a criação de politicas publicas nacionais e federais e do investimento do governo municipal de Irecê não se percebe ainda, um reflexo significante em relação a politica do software livre. Para que possa acontecer a inclusão de fato é necessário a ampliação do espaço físico em algumas escolas, mais computadores de forma que atenda a demanda de todas as escolas e profissionais capacitados para dar suporte aos usuários.
RELATÓRIO
O município de Irecê, na Bahia, trata a inclusão digital como um canal privilegiado para a redução da desigualdade social e econômica, marcada fortemente pela má distribuição de renda. Para garantir a inclusão digital em nosso município , com o intuito de estimular e apoiar o desenvolvimento das atividades tecnológicas do município, fez parceria com os seguintes programas de governo. O Programa de informática educativa (Proinfo), lançado pelo MEC, que tem como objetivo a "introdução" dos computadores nas escolas da rede pública de todo Brasil; A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia - FAPESB, instituição de direito público, foi criada em 27 de agosto de 2001, através da Lei Nº 7.888. O Projeto Especial Identidade Digital, (PID), que tem o objetivo geral de potencializar as oportunidades de desenvolvimento espacial equilibrado e de inclusão social, por meio da democratização do acesso da população aos recursos da informática e da internet, em todas as regiões do Estado e para todas as camadas sociais, conforme consta no documento “Identidade Digital – Programa de Inclusão Digital do Estado da Bahia”, de abril de 2004, encaminhado pela (SECTI) A Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação ,e à equipe de auditoria do programa de inclusão digital .
O município de Irecê articulado com a Universidade Federal da Bahia, (UFBA/FACED), deu um passo importante em busca da informação e do conhecimento, através das novas tecnologias de comunicação digital proporcionando a construção coletiva. Com a implantação do Projeto Irecê - Curso de graduação para professores do município, em 2003, atraves do projeto do Professor Nelson de Luca Pretto, desenvolveu uma ação do Projeto Rede de Intercambio de Prática Educativa (RIPE). Apoiado pela prefeitura, com o objetivo de disseminar o software livre e promover a inclusão digital, beneficiando as pessoas de baixa renda e proporcionando mudanças significativas na educação.
Acreditamos que a Inclusão Digital com Software Livre é consideravelmente viável, garantindo assim aos seus usuários a liberdade de executar, distribuir, estudar, modificar e aperfeiçoar os programas. Em outras palavras, ao optar por um software livre, há necessidade de refletir sobre a integração entre tecnologia, sociedade e cultura, tendo em vista a necessidade de promover uma inclusão sócio-digital,com a apropriação de computadores e telefones, voltada para a ampliação de acesso às novas linguagens de comunicação, utilizando todos os recursos tecnológicos acessíveis a serviço da cidadania.
Segundo Ariston Eduão, coordenador do Ponto de Cultura, uma das inúmeras vantagens do software livre em Irecê é o uso para a educação, pois possibilita o estudo e pesquisa de suas potencialidades, desde o programador até o usuário. O Ponto de Cultura e o Tabuleiro Digital utilizam o software livre em todas as máquinas, amparados pela lei do Plano Diretor,15/2008. O Plano Diretor foi aprovado em 31/12/2008 sobre a regulamentação da lei específica para 2010.
O plano diretor no capitulo VIII Art. 15 paragrafo V e VI fala da implantação do programa de suporte ao uso de software livre no município e da criação de programa de incentivo para o intercambio entre os setores de pesquisa, estudo, produção e fruição da ciência e tecnologia no município e fora dele. Com implementação do plano diretor a comunidade ireceense tem a possibilidade de desmistificar e expandir o conhecimento e uso do software livre. O Ponto de Cultura e o Tabuleiro Digital articulam com as políticas públicas municipais e federais, dando suporte na instalação e manutenção dos laboratórios de informática do (PROINFO) Programa de Informática Educativa implantados nas escolas e telecentros em bairros e povoados do município de Irecê, A prefeitura fornece o espaço físico, internet e recurso para remuneração de funcionários.
De acordo com Nelson Rodrigues da Cruz Júnior, professor pesquisador do infocentro e professor da escola José Francisco Nunes, os usuários são os professores e alunos da escola e que esses não sentiram dificuldade na realização tarefas em nenhum aplicativo. Os computadores vindo do Ministério de educação vieram através do PROINFO, já vieram com o programa Linux Educacional, induzindo os alunos a fazer uso apenas para pesquisa. Apesar dessa afirmação, não foi apresentada nenhuma evidência que comprove essa prática. Além das vantagens que o Software livre oferece ao dar liberdade com seus códigos fontes abertos, para modificações e estudo, é econômico, pois o recurso que o governo gastaria com programas de alto custo, está sendo investido em novas tecnologias para a população. A comunidade escolar reconhece que utilizar software livre possibilita a liberdade de estudar e executar o programa, saber como funciona e modificá-lo sem restrições.
A manutenção é feita pelo próprio Nelson, com apoio do Ponto de Cultura, que preparou jovens para entrar no mercado de trabalho. Alguns desses jovens ingressaram nos cursos voluntariamente, e estão trabalhando com informática em empresas públicas e privadas, como é o caso de Dino Estevão, um rapaz que aprendeu informática através do ponto de cultura Anísio Teixeira e atualmente é monitor do infocentro da escola municipal Luiz Viana Filho, no bairro São Francisco. De acordo com o que Dino nos informou, enquanto o entrevistávamos, as máquinas operam com o programa Linux Educacional do governo federal, também destinado à pesquisa. Diz que não há dificuldade para trabalhar com aplicativos livres, porém como o software livre é novo no mercado, não há ainda conhecimento suficiente por parte da população para que os projetos se espalhem e dominem o mercado. A escola recebeu o infocentro através do Programa do Governo Federal, Programa de informática educativa (Proinfo), lançado pelo MEC, que tem como objetivo a "introdução"dos computadores nas escolas da rede pública de todo Brasil; sendo uma política publica federal articulada com a municipal voltada à universalização da cultura digital, que incentiva a adoção e a produção de software livre. Esse programa adotou o software livre, por gerar uma economia muito grande e possibilitar uma inclusão digital a um maior número de pessoas.
A escola Odete Nunes Dourado também usufrui dos conhecimentos de dois jovens que participaram do projeto “Agente Cultura Viva,” desenvolvido pelo Ponto de Cultura. Esses jovens estão monitorando o infocentro com dez computadores, todos com o programa Berimbau Linux. Os computadores são destinados ao uso exclusivo dos alunos. Porém, há um professor com disponibilidade de vinte horas para articular com os professores a produção de vídeos. O infocentro articula com políticas públicas municipais e estaduais, sendo elas: O Programa de Identidade Digital (PID), apoiado pela prefeitura.
Além das escolas públicas municipais aqui citadas, visitamos a loja Maia, vinda para Irecê aproximadamente há um ano, e, segundo o gerente, em seus computadores estão instalados software livre e software proprietário. Jonas,o gerente da loja, afirma que trabalhar em programa livre lhe permite abrir vários arquivos ao mesmo tempo. Isto não tem nada a ver com software livre – todos os programas permitem isso Os usuários são funcionários e não foram capacitados para operar as máquinas com o software livre. Um deles tem prática e ajuda quando necessário. O suporte técnico vem do Centro Tecnológico, organizado em João Pessoa, na Paraíba. As lojas Maias comercializam computadores com programas de Software livre, trocando por programa proprietário a pedido do cliente. O gerente não tem conhecimento sobre a política pública articulada com os programas usados nas lojas.
Visitamos a Empresa Baiana de Água e Saneamento S. A Embasa, entrevistamos o Sr. Carlos Ribeiro, técnico de manutenção da empresa. Ficamos sabendo que a empresa migrou para o software livre há mais ou menos cinco anos, por uma demanda estadual que aderiu a um projeto do governo federal. Qual demanda? Que projeto federal? O entrevistado diz que são grandes as vantagens, e a empresa já economizou três milhões de reais com o uso do software livre.. Ele pensa que há poucas empresas na região que faz uso desse programa, devido a falta de conhecimento ou por medo do novo. Além de ter baixo custo para o consumidor, ele é imune a vírus, isento de pirataria e, por ser livre, pode ser adaptado às necessidades das empresas.Com as entrevistas estamos confirmando o que vimos na aula com a professora Bonilla e o que estudamos nos textos virtuais. Está posta a proposta de governo de promover a inclusão sócio/digital. Especialmente o governo Federal que está disseminando o software livre, proporcionando a inclusão digital e diminuindo as desigualdades sociais. É somente através da educação que o Brasil pode sair da condição de consumidor de informações e conhecimentos construídos pelos países de primeiro mundo. A globalização exige investimento na construção de novas educações com a informatização nas escolas, atingindo assim um maior número de pessoas com a inclusão digital e o município de Irecê tem mostrado ações concretas para o crescimento, no âmbito educacional e econômico preparando jovens e professores através de cursos e formação continuada dando enfoque nas novas tecnologias.
Conclusão

A elaboração desse relatório exigiu dos participantes do grupo a leitura do plano Diretor, documento aprovado em 2008 pela prefeitura de Irecê e a leitura dos textos indicados pela professora Maria Helena Bonilla, orientadora da pesquisa. Os textos apresentam as políticas públicas estaduais e municipais, seus objetivos, diretrizes e ações, Além da Cartilha de Software livre.
Organizamos visitas nas escolas e em empresas, onde tem infocentros. Algumas vezes fomos os três juntos, outras separados; depois nos reuníamos para discutir e organizar as ideias. Tivemos o cuidado de não abandonar nenhuma informação importantes - e todas foram importantes para nós – visto que desconhecíamos quase todos os dados coletados na pesquisa. Nas afirmativas da professora Bonilla nos deixa claro que: “É no contato com as tecnologias que os sujeitos vão tomando conhecimento dos diferentes sistema simbólicos, tematizando e compreendendo seu contexto.” (BONILLA, 2005, p. 43) Compreendendo a importância de buscarmos conhecimentos necessários para tal entendimento do software livre assim como os avanços tecnológicos.
Diante do movimento de inclusão digital e a implantação do sistema operacional livre, foram muitas as discussões relacionadas às questões do software livre nos últimos meses e percebemos o quanto o assunto ainda é complexo para nós cursistas, porém descobrimos também que o mesmo possibilita qualidade na construção do conhecimento no processo educacional, possibilitando uma aprendizagem interativa e colaborativa. Com todo esse movimento de inclusão digital, percebemos que muitas ações precisam ser viabilizadas para que toda sociedade se inclua nesse processo tecnológico, visto que o maior problema de inclusão digital está localizado nos bairros periféricos que ainda não foram beneficiados.
Através do conhecimento construído, podemos afirmar que, apesar da falta de consciência política por parte da população, o software livre já é uma realidade em nosso município. Após a apresentação da atividade e durante as pesquisas, vários cursistas migraram parcialmente para o software livre.
REFERÊNCIAS:
BONILLA, Maria Helena: Escola Aprendente: para além da sociedade da informação. Rio de Janeiro: Quartet: 2005, p. 43.
PROJETO SOFTWARE LIVRE. Cartilha de Software Livre, Salvador, 2005.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

A Embasa e o Soft Livre

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
PEDAGOGIA SERIES/INICIAIS
ATIVIDADE: Software Livre
PROFESSORA: Maria Helena Bonilla
ORIENTADORA: Rúbia Margareth
CURSISTA: José Nildo Nunes Santana


Visitamos a Empresa Baiana de Água e Saneamento S.A, a Embasa, entrevistamos o Sr Carlos Ribeiro, técnico de manutenção da empresa, ele nos disse que a empresa migrou para o soft livre a mais ou menos cinco anos, por uma demanda estadual que aderiu a um projeto do governo federal.
O entrevistado diz que são grandes as vantagens, e a empresa já economizou três milhões com o uso do soft livre e acha que há poucas empresas na região que faz uso desse programa, devido a falta de conhecimento ou por medo do novo. Pois além de ter baixo custo para o consumidor, ele é imune a vírus, insento de pirataria e por ser livre pode ser adaptado as necessidades das empresas.
Atraves desta entrevista fiquei sabendo que muitas empresa que fazem uso do soft proprietário, fazem uso de um aplicador linux que é para poder filtrar informações e evitar vírus.
Com as entrevistas estamos confirmando o que vimos na aula com a professora Bonilla e o que estudamos nos textos virtuais.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

SOFTWARE LIVRE

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
PEDAGOGIA: SÉRIES/INICIAIS - TURMA DOIS, CICLO DOIS

ATIVIDADE: COMPUTAÇÃO
PROFESSORA: MARIA HELENA BONILA
ORIENTADORA: RUBIA MARGARETH
CURSISTA: JOSÉ NILDO NUNES SANTANA

A Escola Municipal Luiz Viana Filho, já trabalha com o Linux Educacional, essa Escola recebeu um infocentro pelo Proinfo(Projeto do Governo Federal), ganharam 10 computadores e todos configurados com o soft livre.
O monitor responsável pelo infocentro, é o jovem Dino Estevão que conheceu o soft livre no Ponto de Cultura, quando participou da capacitação do Projeto Cultura Viva, trabalhou 2 anos como voluntário.
Hoje é agente de inclusão digital no infocentro da Escola M. L. V. Filho, trabalha com o sistema e diz que trabalhar com esse, tem muitas vantagens, uma delas é o código fonte que vem aberto e seus usuários podem modificar os programas e adaptar, adequando às suas necessidades, outra é que o soft livre é imune em 90% a vírus e tem um custo baixo para seus usuários.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

CHECK-LIST

Universidade Federal da Bahia
Faculdade de EducaçãoPedagogia - Ensino Fundamental/Séries Iniciais
Atividade:GEAC
Professora: Roseli Sá
Orientadora: Rúbia Margareth
Cursista: José Nildo Nunes Santana


Analizando o Memorial de Formação



Observando o meu memorial e fazendo relação com o que aprendi no primeiro cíclo do curso, vejo que preciso melhorar a estrutura, coerência e coesão transformando em um texto cientifico, pensei então nas seguintes questões:


  • Melhorar a organização dos fatos e acrescentar outros.
  • Fazer relação dos fatos já citados e os que serão acrescentados com os acontecimentos local e mundial.
  • Rever a estética do texto"Memorial em tópicos".
  • Rever as questões linguística.
  • Teorizá-lo.
  • Fazer uma apresentação.
  • Rever o excesso e omissão de palavras.
  • Organizar segundo as regras da ABNT.

domingo, 23 de novembro de 2008

FESTA DA PALAVRA ESCRITA



UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

PEDAGOGIA SÉRIES/INICIAIS
ATIVIDADE: OFICINA DA PALAVRA ESCRITA
PROFESSORA: ANA PAULA MOREIRA
ORIENTADORA: RUBIA MARGARETH
CURSISTA: JOSÉ NILDO NUNES SANTANA

Festa de Dona Palavra


No encontro do dia, 03/11/08, a pró Paula Moreira iniciou a aula com a leitura das poesias produzidas pelos alunos , depois falou sobre a festa de dona palavra fazendo o levantamento dos nossos conhecimentos prévios a respeito da organização de uma festa. Depois da discussão, ficou decidido que a festa de Dona Palavra seria realizada no Espaço entre vírgula, no dia D, na hora H e que duraria até a zero hora.
Depois do dia , hora, local e duração definidos, a turma foi dividida em grupos, onde cada um ficou com algumas atividades para a organização da festa, pois deveriamos fazer: Lista de convidados, convite ornamentação, divugação, mensagens, cartões, receitas e etc, também não deveria faltar na festa uma boa música.
Fiz parte de um grupo composto por quatro pessoas que foram: Gicélia, Nubianei, Ducenalva e Eu, ficamos responsáveis pelos convites, cartões e divulgação no rádio. Foi uma atividade bem discontraida, pois estávamos livres para brincar com as palavras, apesar de Dona Palavra ser muito exigente, deu tudo certo, pois os grupos estavam empenhados em realizar a atividade, quando um grupo sentia dificuldades pedia ajuda a outro, que colaborava sem eclamar.
Estávamos ansiosos para que chegasse o dia da festa, eu estava curioso para ver como seria apresentada cada atividade. Sabia que criatividade os colegas tinham de sobra.
Finalmente chegou o dia tão esperado! A pró Paula explicou que cada grupo deveria se apresentar de acordo a ordem que fosse aparecendo no texto o qual iafazer a leitura. Foi um momento de silêncio, muitaadmiração e elogios a cada apresentação os grupos não pouparam criatividade, foram convidados cantores, filósofos, poetas, escritores literários, ente outros. Nesta festa tive a honra de conhecer alguns deles e reencontrar com outros fora de minha sala de aula, todos se apresentaram, mas foi Cecilia Meireles quefez uma apresentação mais detalhada, falou de sua vocação pela escrita, quando sentiu tal desejo, sobre seu primeiro livro, relatou um pouco sobre o último e não esqueceu de falar sobre sua morte.
Foi uma apresentação interessante, quem interpretou Cecília Meireles foi uma convidada especial da pró Paula foi a professora Jane, que interpretou muito bem, teve momento que até pensei que fosse a própria Cecília.
Na divugação da festa atraves do programa de rádio até música ao vivo teve, os colegas Nei Lagoa e Fabrício, aceitaram o nosso convite e participaram da festa cantando e tocando violão. A Pró Paula também demostrou sua criatividade e aproveitou a participação dos músico e nos levou para fora da sala, nos acomodamos debaixo de uma das árvores no pátio da faculdade e lá cantamos, alguns colegas dançaram, foi uma atividade legal, mas como o tempo não espera por ninguém, chegou o final da festa, queríamos um pouco mais , mas a hora não nos permitia ficar nem mais um sagundo e só nos restava despedir da pró e dos colegas e encerrar a atividade naquela noite, noite essa que será sempre lembrada.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008



José Nildo
Menino brincalhão
E na festa das palavras
Ele brinca de montão.

Brinca com Jo, Nil e Do
Além de brincar gosta de tocar
Tocando o seu trompete
Não vê o dia passar.

José sempre está tocando
Do, ,mi e fá.
Ildo é muito esperto
Não se cansa de cantar
.

A FESTA DAS PALAVRAS

TOCANDO O SEU TROMPETE
NÃO VÊ O TEMPO PASSAR
E JUNTOS COM SEUS AMIGOS
A FESTA VAI COMEÇAR .


JO CANTA MUITO BEM,
NIL NÃO PARA DE DANÇAR
DO QUER SER O MAIS
LINDO
E NAS PALAVRAS VAI MERGULHAR

E JOSÉ NILDO CONTENTE
TOCA DÓ, , MI E
POIS NA FESTA DAS PALAVRAS
A ALEGRIA NÃO PODE FALTAR.

PRODUÇÃO LIVRE

UNIVESIDADE FEDERAL DA BAHIA
PEDAGOGIA SÉRIES/INICIAIS_PROJETO IRECÊ
ATIVIDADE: PRODUÇÃO LIVRE
PROFESSOR: NEY WENDEL
ORIENTADORA: MARGARETHE
CURSISTA: JOSÉ NILDO SANTANA


PRODUÇÃO LIVRE



A produção livre nos da liberdade para usar e abusar de nossa criatividade. O Professor Ney Wendel, através desta atividade, nos mostrou como podemos tabalhar em sala de aula de forma bem dinâmica e utilizando recursos simples. Segundo o Professor, só precisamos de ousadia, disponibilidade e criatividade.
Durante o desenvolvimento de sua aula foi passado um filme no qual apresentava desenhos com palavras, no começo do filme apareceu um livro que me fez lembrar do projeto que estou trabalhando na Escola Paraíso, intitulado "Viajando no mundo da leitura e escrita". Os desenhos se movimentavam e tinham membros com formas disproporcional, ao observá-los, recordei da grande pintora Tacila do Amaral, pois os desenhos lembravam "O Abaporu".
As palavras sofriam gigantografia.Muitas atividades de produção estética foram realizadas como: desenho em quadrinhos, construção de música, escultura, istalação, ato cênico, etc. Fiz parte de uma apresentação cênica e compreendi sua importância e a de uma intervenção urbana.Foi uma atividade super-legal, que trouxe contribuições significativas para a minha prática pedagógica.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

VIAGEM NO TEMPO

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA PROJETO IRECÊ

PEDAGOGIA SÉRIES/INICIAIS

ATIVIDADE FÍLMICA : O JARRO

CURSISTA: JOSÉ NILDO

VIAGEM NO TEMPO



O filme O Jarro é uma obra muito interesante, que nos permite conhecer um pouco da cultura dos iranianos. Através do filme pude perceber que fatos que acontecem no nosso dia-a dia, tanto na nossa vida profissional, quanto pessoal, eles coincide na vida de outras pessoas em qualquer parte do mundo.
Ao assistir o filme, fiz uma viagem no tempo, pois no ano de 1996, eu trabalhava na zona rural de um determinado município, naquele lugar havia escassez de água e a minha luta junto aos alunos para sanar o problema era grande.Pois os responsáveis pela área de educação naquele município, não demonstravam preocupados com aquela situação.Então tive que sensibilizar os pais e outras pessoas daquela localidade. Juntos conseguimos sanar aquele problema de falta d'agua.
Achei interessante a forma que a professora Maria Antonieta conduzui a atividade, a sua estratégia me fez refletir sobre o meu trabalho com o filme em sala de aula.
REFERÊNCIA:
O JARRO. Direção: Ebrahim Foruzesh. Intérpretes: Fatemeh Azrah, behzad Khodaveisi, Hossein Balai, Alireza Haji-Ghasemi. Trilha sonora: Mohammad Reza Aligholi. [S.I.]: Cult filmes, 1992. 1 DVD (1h23).

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Comunidade Virtual

É um espaço livre, para que toda as pessoas que compactuam das mesmas idéias, interesses comuns e tem um mesmo objetivo, possam interagir e adquerir conhecimentos sobre um determinado assunto. Ela permite a comunicação entre pessoas em qualquer parte do mundo, diminuindo a distância geográfica, tornando-as mais próximas, mesmo que de forma virtual.
Mas para que haja, uma verdadeira comunidade todos os participantes devem contribuir para a formação dessa teia virtual.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

APRESENTAÇÃO

Olá colegas!!! eu estou na área, sou uma pessoa alegre e gosto de fazer amizades.